Este vídeo fez-me relembrar o Exploratório de Coimbra e uma visita de estudo que outrora lá fiz. Lá dentro, após aprendermos e mexermos em inúmeras experiências chegamos a um conjunto de espelhos que permitem vermo-nos de vários ângulos. é fenomenal brincar lá dentro por instantes e vermos a parte de trás da nossa cabeça. Recomendo vivamente uma visita, quanto mais não seja para experimentarem o salto lunar no exterior x]
Ainda no tópico dos espelhos, devo dizer que aquela experiência de demarcar um objecto me captou desprevenido. Não só nunca tinha considerado aquela triangulação como depois de a ter ouvido nunca imaginei que gerasse um efeito tão peculiar. Quem diria que tal efeito de óptica faria parte do nosso dia-a-dia e passaria despercebido? Fascinante =)
Por fim, e não me querendo arrastar demasiado, queria só reflectir sobre algo que foi dito no vídeo. Se gostarmos da nossa imagem no espelho e a nossa imagem reflectida torna-se incomodativa/esquisita, não quer isso dizer que deveria-mos implementar essa imagem reflectida an nossa pessoa? Ou somos nós como Narciso e preferimos enamorar-nos com o nosso próprio reflexo? (pessoas com feições perfeitamente simétricas estão absolvidas deste dilema e têm o melhor de dois mundos xD)
https://www.youtube.com/watch?v=zRP82omMX0g
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